domingo, 14 de dezembro de 2014

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eleanor & park


De Rainbow Rowell. Alguns dizem que vai ter continuação, outros não, mas o que já está certo é que vai virar filme! Imagina só, ver uma história tão linda na tela do cinema? Ai, ai... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! Kkk.
Entrou facilmente pra lista dos meus favoritos. Amo tanto quanto A Culpa é das Estrelas e a série Fazendo meu Filme. Sério, esse livro é perfeito. Não é aquele tipo de romance meio conto de fadas com final feliz. É realista (bem realista mesmo, do tipo de coisa que a gente vê no dia a dia e que acontece toda hora na vida real), ilícito, engraçado, boca suja, intenso, divertido, envolvente e romântico. Consegue ser fofo e sexy ao mesmo tempo. Misturar a dor com o amor. É perigoso, e muito, mais muito viciante. É uma história de amor totalmente impossível e improvável. Um casal completamente diferente tanto na aparência quanto no modo de viver, e que já tinha os dias contados antes mesmo de começar. Parece que a qualquer momento tudo vai acabar e dá a impressão que sempre tem alguém observando. As vidas deles são o oposto e tudo, mais tudo mesmo, contribui para que se separem. Menos o amor inquietante que sentem um pelo outro e que só parece crescer mais e mais a cada segundo. É amor verdadeiro, mesmo. Daquele que hoje em dia está quase extinto. Do tipo que faz perder a cabeça, correr qualquer risco e que nada no mundo consegue te fazer esquecer. Nada, nem mesmo o tempo. É tipo droga. É bem adolescente. Rebelde e inconsequente. É tudo ou nada (ou é oito ou oitenta, como costumam dizer). Cada segundo, cada palavra e cada toque importa.
O final, nossa, O FINAL! É o final. Eu detesto esse tipo de fim inacabado, que deixa uma pergunta no ar, porque sou muito curiosa mas... não é tão agonizante porque dá pra adivinhar facilmente. E quase, mas quase mesmo, foi um final infeliz. Nem chegou a ser um final feliz, na verdade. Foi só esperançoso. Esse livro é do tipo que parte seu coração em milhões de pedacinhos e depois, do nada, te enche de esperança de novo. Qualquer palavra misteriosa já te faz enxergar uma luz no fim do túnel. Deveria COM CERTEZA ter um segundo volume. Mas só em saber que vai ter filme, uhuuuul, já to MEGA feliz!!
Se eu chorei? Claro, né. Dã, como diria Eleanor. É uma tortura. Eu chorava como se o mundo fosse acabar, e ia mesmo. Doía muito, como se eu tivesse sentindo o mesmo que eles, e estava. A história te prende tanto de um jeito que você começa a se sentir como os personagens. Parece que você está vivendo aquilo. Ainda mais porque eles são pessoas comuns. Não comuns do tipo que parecem pessoas normais, pelo contrário. Ele descendente de coreanos e ela de dinamarqueses. Ele tem olhos verdes e ela cabelo ruivo. Ele gosta de gibis e punk e ela usa roupas super estranhas. Não tem nada de comum nisso, só no jeito como eles levam a vida. As famílias deles, sim, são bem comuns. As rotinas também.
(Eu, que já tinha uma quedinha por coreanos - ai, olhos puxados são tão lindinhos! -, AMEI o fato de Park ser mestiço. Quando ele fala que ninguém sente atração por coreanos deu vontade de socar a cara dele. Aff. Ninguém? Tem TANTA gente que gosta... Nossa.)
É o tipo de amor imperfeito que todo adolescente sonha em ter e que todo mundo deveria conhecer. Pé no chão, cheio de esperança, suspense e amor. Cada palavra te faz reagir de um jeito. Nossa, gente, tô completamente apaixonada por esse livro. Se você ainda tem alguma dúvida sobre ler ele ou não, te garanto: vale TOTALMENTE a pena. Tudo nessa história é incrível. Tudo.

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